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A 1ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo totalmente em casa

Se você não vai conseguir assistir a todos como a gente, indicamos três filmes nacionais e dois internacionais para respirar cinema no feriadão. A 44ª Mostra termina quarta-feira, dia 4.
Foto: print de tela da 
Vinheta da 44ª Mostra Internacional de Cinema

Este ano, profissionais do cinema que trabalham atrás das câmeras ganham destaque. Na Mostra nacional, por exemplo, dois filmes têm em comum a caracterizadora cinematográfica Britney Federline chefiando o departamento de maquiagem. Este ano, ela concorreu ao prêmio Grande Otelo, da Academia Brasileira de Cinema, por um terceiro filme: Morto Não Fala (este achamos completo no YouTube). Um quarto trabalho, Meu Nome é Bagdá, arrancou aplausos da plateia em Berlim e foi escolhido para o encerramento do 14º CineBH – Festival Internacional de Cinema de Belo Horizonte.

O aluguel de cada filme custa R$ 6. Clique no título de cada filme para ir ao site da mostra.

Mostra nacional

#EAGORAOQUE, de Jean-Claude Bernardet e Rubens Rewald

Como agir politicamente hoje? É possível mudar as coisas, as pessoas, a sociedade? E agora, o que fazer? Um intelectual e suas contradições. Esse é o mote do drama político dirigido por Jean-Claude Bernardet e Rubens Rewald. Com Vladimir Safatle, Palomaris Mathias e Jean-Claude Bernardet.

Mar de Dentro, de Dainara Toffoli

Manuela é uma profissional de sucesso que tem de lidar com a transformação de seu corpo e de seu cotidiano ao descobrir que está grávida. Apesar de nunca ter contemplado a maternidade, quando o bebê nasce, ela precisa aprender a ser mãe. Com Monica Iozzi e Rafael Losso.

Verlust, de Esmir Filho

Isolada na praia, a poderosa empresária Frederica prepara a festa de Réveillon que todos esperam. Em meio à crise do casamento com o fotógrafo Constantin, que afeta diretamente a filha adolescente, ela ainda tem que administrar a vida e a carreira do ícone pop Lenny, que decidiu escrever uma obra misteriosa ao lado do escritor João Wommer. Quando uma criatura estranha surge do fundo do mar, a crise se instaura na teia de afetos e Frederica terá que enfrentar seu maior medo: a perda.

Perspectiva internacional

Vivos, de Ai Weiwei

Exibido nos festivais de Sundance e CPH:DOX.

Na noite de 26 de setembro de 2014, um grupo de estudantes da Escola Normal Rural Raúl Isidro Burgos, do povoado de Ayotzinapa, em Guerrero —estado mexicano fortemente afetado pelo tráfico de drogas—, viajava de ônibus pela cidade de Iguala, onde foram brutalmente atacados por forças policiais e outros agressores mascarados. No decorrer da noite, seis pessoas foram mortas, dezenas ficaram feridas e 43 estudantes desapareceram. Neste documentário, Ai Weiwei retrata o impacto da permanente crise de desaparecimentos forçados no México.

Shirley, de Josephine Decker

Exibido no Festival de Berlim e vencedor do Prêmio Especial do Júri da seção U.S. Dramatic do Festival de Sundance.

Com Elisabeth Moss. Duas personalidades imponentes estão no centro deste drama atmosférico: a escritora de terror Shirley Jackson e seu marido, Stanley Hyman, crítico literário e professor universitário. Quando o estudante de graduação Fred Nemser e sua esposa grávida, Rose, vão morar com os Hymans no outono de 1964, eles se veem envoltos sob o encanto e o magnetismo dos brilhantes e pouco convencionais anfitriões. Porém, a necessidade de Shirley de alimentar sua criatividade e escrita é uma força voraz que ameaça devorar o relacionamento do jovem casal.

Visite o site da Mostra clicando aqui. Conta pra gente quais os filmes você acrescentaria (ou tiraria) da sua lista!

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